Buying a netbook is something I have been considering for a while now. I found that getting a real laptop would be too much of a burden (on my pocket on the short-run, and on my back on the long-run), but I can find real usefulness on these “new” ultra-light, long-lasting battery, network-centric “toys”.
My N95 has been doing it’s part mobility-wise, but my expectations have been changing over time. The N95’s browser behaves quite nicely, but it’s still very limited (given the memory limitations it’s wise to keep only one page open at a time, and the rendering speed is usually slower than what I would find reasonable), and sometimes buggy (not in the rendering itself, but occasional crashes do happen).
I was interested on the Dell Inspiration Mini 9 for a while, but a few things diverted my attention to the 901, starting by a second look at it’s specs, finding out about Ubuntu Eee — an Ubuntu-based distribution that is fine tuned for the Eee models –, and finding out about the eee-control utility, which solves a number of Eee bugs that usually come up if not using the variant of Xandros that comes bundled with the machine. This utility helps to switch hardware on and off, configure hotkeys, switch between performance levels and better control over the fan, among other niceties.
But I can’t really evaluate this Ubuntu Eee + eee-control setup yet, as I haven’t found the time to fully install and configure the system to my liking (and probably won’t in the next weeks). So the plan for now is to wait for Ubuntu 8.10, which is due on the beginning of the next month.
But while I’m talking about this, I must add that I have nothing against the Eee’s version of Xandros — it seems to work very well — but it does try hard to hide complexity, which is fine for the regular user, but makes me feel like being in a sandbox, with only a handful of tools. I think Ubuntu strikes a nice trade-off in this regard.
Of course, Rui Carmo’s insights have been very useful. I’m a little more confident I’ll be able to stay away from Windows though (I would really like to avoid that — I can’t say for sure for how long, but it has surely been more than a year since I’d regularly boot into Windows at home), but only time will tell. Windows is still an option, if I can’t have an equally good experience on Linux, except for the slightly lower battery, which I believe to be one of those things which won’t get any better on the foreseeable future for Linux on the laptop.
Caros profissionais (e não tão profissionais) da Web, se não estamos fazer scraping a pixeis mais sim a documentos Web, sejamos mais concretos e chamemos-lhe antes “Web-scraping“, sim? :)
Sem dúvida, muito do mérito de pesquisas deste género é dos potentes algoritmos de classificação do google mas, mais importante nesta perspectiva, também da expressividade da sintaxe de pesquisa. A escrita de expressões de pesquisa no google tanto consegue ser feita por quem nunca o tenha feito antes, separando simplesmente uma série de palavras chave por espaços, ou pode ser feita por quem já tenha alguma experiência no assunto, usando operadores conforme necessário. Diguemos que é uma sintaxe desenhada para permitir uma aprendizagem progressiva.
Nota mental: tenho de dar uma vista de olhos mais a sério na especificação da CQL um dia destes.
Tenho-me deparado com uns quantos artigos a defender o ponto de vista da proposta feita pelo WHATWG ao W3C para a adopção do que chamaram (x)html 5 como próxima versão do (x)html.
O que me espanta é a forma como do lado do WHATWG apoiam a ideia que a próxima versão do (x)html deve ser “compatível” com as versões anteriores (html 4.01 e xhtml 1.0). Do meu ponto de vista esta é uma oportunidade de resolver os vários problemas do (x)html ao nível semântico, que se traduzem, por exemplo, na amalgama de informação de apresentação que é possível especificar (ocorre-me o <font>, que me choca ainda ver a ser utilizado com alguma frequência[1][2] nos tempos que correm). Olhando para trás (nos tempos pré-CSS e pré-javascript normalizado), espalhar por um documento de hipertexto informações relativas à sua apresentação ou comportamento fazia perfeito sentido na perspectiva em que não havia outra forma de o fazer, mas continuar a insistir nisso em novas versões da norma parece-me mal.
Manter a compatibilidade com as versões actuais do (x)html é essencial, mas isso não se vai perder (os motores de renderização actuais não vão desaparecer…). O necessário é que futuros browsers suportem, além da futura especificação, também as especificações actuais.
O W3C também tem pensado na próxima versão do (x)html (aka, xhtml 2.0), que não vai minimamente de encontro ao dito (x)html 5.0 do WHATWG.
Do que conheço do xhtml 2.0, vai muito mais na direcção que eu gostaria de ver a Web semântica a tomar. Ao contrário do (x)html 5, o xhtml 2 restringe-se ao âmbito de um documento de hipertexto, definindo apenas elementos que fazem sentido nesse contexto (títulos, secções, parágrafos, objectos, etc). O (x)html 5, por outro lado, estende o (x)html que conhecemos adicionando-lhe novos elementos e modificando o significado de alguns elementos já existentes (o que, aliás, nem é coerente com o desejo de manter compatibilidade com versões anteriores).
Sobre todo este tema, encontrei no xhtml.com um artigo bastante lúcido, que gostei de ler.
O seguinte é um vídeo excelente sobre a evolução da Web e o que significa falar de Web 2.0 (obrigado ao Carlos por mo mostrar). Recomendo-o a todos que se interessem pelo tema.
O IE fica coberto (apesar que não estou a ver qual o interesse de experimentar os sítios Web de hoje com o IE 3 :), ficam a faltar as várias versões do FF (1.0, 1.5 e 2.0 – que parece também serem possíveis de ter, mas ainda não experimentei) e os restantes browsers (nomeadamente o Opera), com os quais ainda não me vou preocupar.
Ainda em relação ao IE, também há uma solução da microsoft, mas não me pareceu que valesse o trabalho.
… procura juntar investigadores, utilizadores e interessados em weblogs em Portugal. Este encontro tem como principal objectivo contribuir para a exploração deste tema e fomentar o desenvolvimento de uma comunidade de reflexão e investigação transdisciplinar nesta área.
As comunicações incidem sobretudo sobre os seguintes temas:
Impacto social dos weblogs
Weblogs como forma de comunicação
Ferramentas sociais ou colaborativas no contexto dos weblogs
Aplicações práticas de weblogs (ensino, organizações, investigação)
Weblogs em Portugal e Galiza (estudos, inquéritos, casos práticos, serviços)
Tecnologias e conceitos emergentes (RSS, Podcast, Vblogs, Web2.0)
Ao procurar por um ícone de espera já “pronto a servir” encontrei o que deverá ser a melhor invenção desde o pão fatiado: um gerador automático de ícones de espera, compativel com Web 2.0 :D