Sábado, 29 de Julho de 2006 19:56
Bem, é oficial, a minha candidatura ao MEI da FEUP foi aceite; e mal posso esperar para começar :) Ainda não tenho escolhidas as cadeiras, mas deverão andar muito em torno das áreas de Engenharia de Software e Sistemas de Informação.
Vai haver uma segunda fase de candidaturas, de 1 de Agosto a 5 de Setembro, por isso potenciais interessados ainda vão a tempo.
O objectivo do Mestrado em Engenharia Informática da FEUP é promover a excelência da qualificação em aspectos avançados e nucleares da engenharia informática, incluindo os seus fundamentos teóricos, a especificação, projecto, representação, distribuição e exploração de sistemas informáticos e a integração das tecnologias informáticas nos ambientes organizacionais.
O curso é composto por uma componente curricular e pela elaboração de uma dissertação, sendo a primeira composta pelas seguintes áreas científicas:
- ACSOR - Arquitectura de Computadores, Sistemas Operativos e Redes
- CTP - Ciência e Tecnologia da Programação
- ES - Engenharia de Software
- IM - Interacção e Multimédia
- SInf - Sistemas de Informação
- SInt - Sistemas Inteligentes
- TM - Temas Multidisciplinares
Existem mais informações disponíveis na página do curso e no SiFEUP.
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Domingo, 7 de Maio de 2006 20:15
Tenho tentado informar-me sobre o Processo de Bolonha mas torna-se difícil chegar a conclusões. Apesar de todas as instituições de ensino seguirem as mesmas linhas mestras cada uma tem diferentes propostas de reformulação dos seus cursos.
No entanto, o MCTES e a DGES disponibilizam o fundamental em termos de documentos.
No caso da FEUP, que me toca mais de perto, a reformulação dos cursos parece estar orientada no seguinte sentido:
- As actuais Licenciaturas vão ser sub-divididas em dois ciclos. O primeiro ciclo, de três anos, confere um diploma que, em teoria, permitiria exercer alguma actividade mas que na prática não pretende conceder todos os conhecimentos necessários ao exercício da Engenharia. O primeiro ciclo passa a tomar o nome de Bacherelato ou Licenciatura, enquanto que o segundo ciclo, de dois anos, não tem um nome próprio mas quando em conjunto com o primeiro ciclo toma a designação de Mestrado Integrado. Na prática, são mantidos os cinco anos de formação.
- Todos os cursos terão que seguir o sistema de créditos ECTS, como aliás já acontecia. No entanto, apesar da reformulação dos cursos de Licenciaturas em Mestrados Integrados, a quantidade de créditos por curso manter-se-á sensivelmente a mesma.
- Os actuais Licenciados não ficam com equivalência a Mestrado, no entanto, o número de créditos que têm é equivalente ao número de créditos de quem possua um dos novos Mestrados Integrados.
- Quem possua actualmente um Mestrado terá um título equivalente a quem o venha a obter por Mestrado Integrado, mas existirá uma diferença de créditos substancial entre os dois.
- Ainda não é certo que os Mestrados Integrados arranquem já em Outubro, mas os actuais Mestrados devem continuar ainda por, pelo menos, mais um ano lectivo.
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