Arquivo de Agosto, 2006

Visual Studio 2003 SP1

Saiu finalmente o Service Pack 1 do Visual Studio 2003!, já não era sem tempo…

Com a minha sorte, acho que não devem ter corrigido nenhum dos bugs realmente importantes… mas a esperança é a última a morrer… :)

Nokias N80 e E61

Passei há poucos dias por uma loja da Nokia para “brincar” um pouco com o N80 e com o E61. Ando de olho neles, sobretudo, quando é que os preços descem! :)

As primeiras impressões surpreenderam-me, escreve-se bastante bem no N80 (contrariamente ao que tenho lido), mesmo usando apenas uma das mãos, algo que não consigo fazer com o meu velhinho 7650.

Inesperadamente, não gostei muito da escrita no E61, o teclado querty ajuda, mas os polegares (que são os dedos mais úteis para teclar, se não quisermos pousar o telemóvel numa mesa) parecem não conhecer o sítio das teclas tão bem como os outros dedos o conhecem :) e a falta de escrita inteligente também desorienta um pouco.

Em termos de ecrã, realmente nota-se a diferença de resolução, e o N80 sai claramente a ganhar. O E61 tem um ecrã maior, mas essa vantagem perde-se com a sua resolução, bem mais baixa. Por outro lado, o E61 deve ganhar em tempo de autonomia, mas isso só “no terreno” é que poderia comprovar.

Algo que me desiludiu no N80 foi o facto de não ter a tradicional entrada audio de 3.5mm. Para ligar uns auriculares normais, ou uns auriculares de telemóvel, torna-se necessário um adaptador. Entretanto vi referências a que um adaptador desse género é incluido na caixa, mas ainda não consegui verificar se os vendidos em Portugal também incluem esse acessório. Em qualquer dos casos, a utilização como leitor de mp3 não fica em risco.

Ao procurar mais informações encontrei duas reviews interessantes: N80, E61.

Actualização: Como alguém muito bem referiu, a escrita inteligente simplesmente não faz sentido num teclado querty! De qualquer das formas, no que toca a teclados de telemóvel (ie, pequenos), ainda acho que me arranjo melhor com teclados de menos teclas mas com escrita inteligente. A não ser talvez se se estiver a falar de outro tipo de aparelhometros ;)

ICIAR 2006

Vai ter lugar de 18 a 20 Setembro, na Póvoa do Varzim, a ICIARInternational Conference on Image Analysis and Recognition.

Os temas da conferência incluem os seguintes:

  • Image and Video Processing and Analysis
  • Image and Video Coding
  • Image Retrieval and Indexing
  • Pattern Recognition for Image Analysis
  • Applications

Java, PHP, Ruby e Python

Ainda na minha demanda por uma melhor linguagem/framework para desenvolvimento para a Web, acho que as seguintes linguagens/frameworks merecem, pelo menos, que as tenha em conta:

Contudo, vou já pôr de lado, por razões diferentes, Java, PHP e Perl. Uma das características que procuro é uma forma harmoniosa de separar a produção de documentos XHTML da lógica de negócio propriamente dita. O PHP é muito orientado à produção de documentos, enquanto o Java é mais adequado à codificação da lógica de negócio. Perl, confesso que não conheço muito bem, mas tenho a sensação que se aproxima bastante de PHP, com a desvantagem que não foi desenhada de raiz com o objectivo de gerar documentos para a Web (e não são de excluir também alguns sustos que tenho tido ao olhar para algum código Perl particularmente compacto ;). Com qualquer uma das que conheço se consegue, de alguma forma, separar a produção da markup da lógica de negócio, no entanto, nenhuma delas atinge essa separação de forma satisfatória, pelo menos, para mim.

Com PHP consegue-se esta separação pela utilização de um qualquer sistema de templates dos que por aí andam, deixando apenas a codificação da lógica de negócio ser feita em código PHP propriamente dito. Com JSP também se consegue algo parecido pela utilização de taglibs; a linguagem de template neste caso baseia-se num dialecto XML definido pelo próprio programador. No entanto, até hoje ainda não usei nenhuma solução de templating para PHP ou JSP de que gostasse realmente. Ora as sintaxes de template são intragáveis, ora se confundem com o próprio XHTML (diluindo o valor da estrutura do documento, uma vez que lhe mistura tags que não fazem parte dessa estrutura), ou são tão “comodamente” parecidas com a própria linguagem da lógica de negócio que se ganha demasiado poder ao nível da linguagem de template, perdendo-se toda a vantagem da separação que pretendíamos (mais tarde ou mais cedo o programador cai na tentação de adicionar lógica de negócio nos templates).

Assim, sobra-me analisar mais a fundo Ruby e Python, bem como algumas frameworks que lhes existam associadas. Tenho lido de bom (e de mau) a seu respeito e tenho por isso alguma curiosidade de olhar para elas mais de perto.

Ultimamente tenho usado um pouco de Python e da framework Django, e não estou desiludido. Conto relatar mais dessa experiência proximamente.

BarCampPortugal

Juntar uma série de pessoas num ambiente de (bastante) descontracção com o objectivo de partilhar conhecimentos e aprendar umas coisas novas, é o objectivo dos Barcamp.

Nos dias 2 e 3 de Setembro vai haver um BarCampPortugal em Coimbra, parece-me uma óptima forma de passar um fim de semana.